• 100 anos da Revolução Russa, nº2
    v. 23 n. 2 (2017)

    Definitivamente, não há o que comemorar!
    Já de longa data, especialmente por meio dos escritos de J. Chasin, sustentamos a tese de que as transições intentadas, com especial ênfase no caso da União Soviética, jamais configuraram superação da sociabilidade do
    capital. Nos dias que correm tornou-se vital sublinhar tal lamentável fato histórico. Não há como negá-lo! A não ser que se decida, de uma vez por todas, apartar-se conscientemente do dado real e renunciar à análise objetiva, embora, é claro, em nossos tempos, tal padrão de discurso e procedimento tenha se tornado moeda corrente.

  • 100 anos da Revolução Russa
    v. 23 n. 1 (2017)

    Definitivamente, não há o que comemorar!
    Já de longa data, especialmente por meio dos escritos de J. Chasin, sustentamos a tese de que as transições intentadas, com especial ênfase no caso da União Soviética, jamais configuraram superação da sociabilidade do
    capital. Nos dias que correm tornou-se vital sublinhar tal lamentável fato histórico. Não há como negá-lo! A não ser que se decida, de uma vez por todas, apartar-se conscientemente do dado real e renunciar à análise objetiva, embora, é claro, em nossos tempos, tal padrão de discurso e procedimento tenha se tornado moeda corrente.

  • (Des)centralidade do trabalho
    n. 22 (2016)

    O presente número da Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas tem como tema a crítica da centralidade do trabalho. Nas últimas décadas, a tradição marxista tem procurado melhor compreender a categoria trabalho, seu papel na sociedade capitalista e no processo de emancipação humana. Durante algum tempo foi moda falar em fim do trabalho, fim do proletariado etc. No entanto, aqui objetivamos precisar a centralidade (ou não) do trabalho na sociedade em que domina o modo de produção capitalista. Para tanto, apresentamos um conjunto de artigos que abordam diretamente esta questão, tendo por destaque, na maioria desses trabalhos, para além da evidente referência aos textos de Marx, a obra magna de Lukács, Para uma ontologia do ser social, e a contribuição teórica de Moishe Postone, cujo ponto alto é o livro Tempo, trabalho e dominação social.

  • Dilemas da realidade brasileira contemporânea
    n. 21 (2016)

    Defrontamo-nos atualmente com um retrocesso que se põe em vários planos da existência humano-social, e não apenas naquele que diz respeito à configuração político-jurídica-institucional. Retrocesso, sem perspectiva de solução no horizonte, que caracteriza não apenas o Brasil, a América Latina e formas societárias de sua igualha, mas que se apresenta de forma inegável pelo mundo afora. Temos pela frente – e o século XX o evidenciou com toda violência – um período de tragédias contínuas, de retrocessos que tenderão a inviabilizar cada vez mais qualquer passo que sinalize ou indique no horizonte visível algo como a emancipação humanosocial.

  • Marxismo e Serviço Social
    n. 20 (2015)

    A Verinotio – Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas entrega ao público sua edição de número 20, cuja
    ligação com o tempo presente dispensaria maiores esforços de explicitação se não fosse a convivência frequente
    entre tempestade política e confusão do pensamento. As dificuldades são muitas e impõem a necessidade de uma compreensão, ainda que sempre provisória, do Brasil contemporâneo.

  • Marxismo e direito: 90 anos do Teoria geral do direito e o marxismo, de E. Pachukanis
    n. 19 (2015)

    Tendo como auxiliares diretos – e editores convidados – Ricardo Prestes Pazello e Moisés Alves Soares, membros do Instituto de Pesquisa Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS), Verinotio – Revista on-line de filosofia e ciências humanas publica o presente número tratando, em dossiê, da obra daquele que certamente pode ser considerado o maior marxista que teve o direito por objeto central, E. B. Pachukanis, especialmente sua obra Teoria geral do direito e marxismo, cujos 90 anos ora homenageamos. Desde já, deixamos nossos gradecimentos a Pazello e Soares, sem os quais não seria possível o presente número, ao menos não do modo como se apresenta neste momento ao leitor, já que contribuíram decisivamente para sua organização.

  • Edição N°18
    n. 18 (2014)

    No Brasil de hoje em dia, tomar a posição marxiana como referência é, sob um duplo aspecto, interessante:
    ao mesmo tempo em que resta claro que somente ao compreender a conformação do capitalismo nacional é
    possível passar às questões políticas, estas últimas se apresentam de imediato quase como um enigma, o qual
    precisa ser decifrado com cuidado. Isto se dá, essencialmente, porque a “esfera pública” nacional é marcada pelas vicissitudes do caráter atípico daquilo que J. Chasin chamou de “via colonial para o capitalismo”: ao passo que democracia burguesa parlamentar, esfera pública e desenvolvimento burguês caminharam juntos nos casos clássicos de desenvolvimento capitalista, como o francês, o inglês e mesmo o americano, por aqui, as coisas se deram de modo distinto e, em aspectos decisivos, ainda mais gritante. Se o essencial em uma crítica ontológica ampara-se no entendimento dos nexos históricos e objetivos presentes na particularidade do modo específico de entificação do capitalismo, em terras brasileiras esta determinação, em situações que parecem ser decisivas para a política nacional – como as eleições –, aparece eclipsada.

  • Edição N°17 - Ditadura, Política e Cultura. Os 50 anos do Golpe de Estado.
    n. 17 (2013)

    Há 50 anos, um acontecimento marcaria indelevelmente a história brasileira, modificando todo o seu curso
    daí em diante. Inobstante a descaracterização feita, entre outros, pelos adeptos da teoria do populismo – que
    resumem o pré-64 a uma grande manipulação das massas trabalhadoras levada a cabo pela burguesia –, o Brasil vivia no início dos anos 1960 um momento inédito. Marcada pela autocracia – institucionalizada, quando possível; bonapartista, sempre que necessário –, a formação social brasileira via surgir, então, o historicamente novo, embora frágil e débil, mais uma possibilidade do que uma efetividade: as classes trabalhadoras urbanas, e também do campo, relativamente organizadas, propondo alternativas teóricas e práticas para redefinir o futuro da nação.

  • Edição N°16 - 90 anos de História e Consciência de Classe, de G. Lukács
    n. 16 (2013)

    Verinotio - Revista de Filosofia e Ciências Humanas entrega à leitura e ao exame criterioso do leitor, em seu número 16, um conjunto de artigos e materiais históricos que tem por objeto a já hoje clássica obra lukacsiana
    História e Consciência de Classe, a completar no presente ano nove décadas de sua primeira aparição.

  • Edição N°15 - A crítica da razão política: revisitada
    n. 15 (2013)

    Verinotio - Revista de Filosofia e Ciências Humanas traz ao leitor neste seu número 15, planejado e elaborado como uma edição temática específica, um conjunto de escritos da lavra do filósofo e estudioso do pensamento de Marx, José Chasin (1937-1998), os quais são ainda hoje importantes tanto por seu tema central, a determinação categorial do político, quanto pelas circunstâncias históricas recentemente vividas. Por certo, abordar o complexo constituído pela esfera da politicidade e do estado nunca perde sua atualidade e vigor, ao menos enquanto persistirem formas de sociabilidade cuja matriz seja o mando da propriedade privada e as suas consequências expressivas no cotidiano travejado pelos antagonismos de classe.

  • Edição N°14
    n. 14 (2012)

    O presente número de Verinotio - Revista on-line de Filosofia e Ciências Humanas que ora se oferece à apreciação e ao juízo de nosso leitor é trazido a público num momento em que se inaugura uma nova fase da vida do periódico. Verinotio - Revista de Filosofia e Ciências Humanas desde os seus primeiros passos editoriais buscou ocupar o terreno limítrofe entre o rigor científico-acadêmico que deve caracterizar a reflexão teórica em seus diversos campos e a produção de elaborações de fôlego que igualmente possuam a virtualidade de intervir de forma mediada nos debates mais candentes e urgentes da contemporaneidade. Neste sentido, como afirmação ela mesma de talhe limítrofe a qual, por definição, requer o equilíbrio entre as atitudes científica e ideológica, se põe também como uma dupla negação.

  • Edição N°13
    n. 13 (2011)

    Edição N°13

  • Edição N°12
    n. 12 (2010)

    Edição N°12

  • Edição N°11
    n. 11 (2010)

    Vem a público neste abril de 2010 o 11º número da Verinotio – Revista on-line de Educação e Ciências Humanas. Os textos ora apresentados, como sempre, prezam pela profundidade e coerência, além da brangência em relaçãoaos dilemas sociais desta transida primeira década do século XXI.

  • Edição N°10
    n. 10 (2009)

    A Verinotio – Revista on-line de Educação e Ciências Humanas dá mais um passo em sua trajetória de difusão da obra marxiana e do pensamento de rigor, de resgate do humanismo e da fi losofi a contracorrente. Em seu décimo número, a revista traz a lume um conjunto de textos que ampliam e aprofundam seu escopo, abrangendo desde a miséria do semiárido até a indigência da esquerda brasileira a partir de 1964, que culminou no desastre anunciado do PT. Além disso, a revista também traz diversos artigos em que os próprios autores marxistas são submetidos a revisão rigorosa e, como tem sido frequente nestas páginas, o ensamento marxiano é discutido em sua inesgotável novidade e riqueza.

  • Edição N°8
    n. 8 (2008)

    É com satisfação que apresentamos a Edição N. 8, fechando o ciclo do seu quarto ano de existência, propiciando desse modo questões relevantes para o fomento do debate e estabelecer com os leitores o diálogo instigante acerca do nosso tempo.

  • Edição N°7
    n. 7 (2007)

    Em seu quarto ano e sétima edição, a Verinotio – Revista On-line de Educação e Ciências humanas apresenta artigos que despertam a polêmica em torno de questões consolidadas e busca provocar o debate entre aqueles que se dedicam ao estudo dos problemas humanos, questões que giram em torno da relação indivíduo e sociedade, reflexões no âmbito do Direito, norteamentos políticos e filosóficos.

  • Edição N°6
    n. 6 (2007)

    Neste número um leque de discussões que giram, no essencial, em torno da ontologia, da centralidade da categoria trabalho e das lutas sociais, abordando, ainda, diferentes enfoques no campo da historiografia
    marxista. Também se voltam à pesquisa genética, reportando-se à história na qual movimentos e pensamentos se dão, bem como buscando apontar as funções sociais às quais estão atendendo. Cumpre, dessa forma, sua missão de difundir o pensamento marxista e opor-se radicalmente às teorias da moda – irracionalistas, subjetivistas, relativistas, avessas ao que denominam “metanarrativas” e que, por fim, acabam por conformar o homem potencialmente ilimitado à mesquinhez do indivíduo vergado sob o capitalismo.

  • Edição N°5
    n. 5 (2006)

    Em seu terceiro ano e quinto número, a Verinotio – Revista on-line de Educação e Ciências Humanas traz a lume textos inéditos que dizem respeito à filosofia, à estética, à ciência política e à educação e primam pelo rigor e pelo convite ao debate – sem cair no “pluralismo” tão em voga, muito menos no jogo das “interpretações” ou “contribuições” descomprometidas. Avança em seu projeto de aumento do número de leitores e de colaboradores, sem perder o nexo que a perpassa: o resgate do humanismo, reiterada afirmação da possibilidade de conhecimento do real, retomada do pensamento de Marx como norteador de reflexões que podem dar conta da complexidade do mundo atual.

  • Edição N°4
    n. 4 (2006)

    O quarto número da Revista On-Line de Educação e Ciências Humanas oferece ao público um número especial, uma série de artigos dedicados a explorar aspectos fundamentais da obra de Karl Marx. Os textos figuraram na revista Ensaios Ad Hominem 1, tomo IV, de 2001. O objetivo desta republicação é o mesmo que orientou os números antecedentes: resgate do humanismo e afirmação contundente da possibilidade de conhecimento da verdade, sem se importar com a enorme dificuldade da tarefa, diante dos relativismos de praxe e da defesa pedestre do pluralismo de práticas e interpretações. Nada mais adequado que trazer a obra de Marx para o centro do debate e demonstrar como a destituição de seu pensamento é sintoma da época corrente, de abandono da perspectiva de esquerda.

  • Edição N°3
    n. 3 (2005)

    Edição N°3

  • Edição N°2
    n. 2 (2005)

    Edição N°2

  • Edição N°1
    n. 1 (2004)

    Edição N°1