• Edição N°6
    n. 6 (2007)

    Neste número um leque de discussões que giram, no essencial, em torno da ontologia, da centralidade da categoria trabalho e das lutas sociais, abordando, ainda, diferentes enfoques no campo da historiografia
    marxista. Também se voltam à pesquisa genética, reportando-se à história na qual movimentos e pensamentos se dão, bem como buscando apontar as funções sociais às quais estão atendendo. Cumpre, dessa forma, sua missão de difundir o pensamento marxista e opor-se radicalmente às teorias da moda – irracionalistas, subjetivistas, relativistas, avessas ao que denominam “metanarrativas” e que, por fim, acabam por conformar o homem potencialmente ilimitado à mesquinhez do indivíduo vergado sob o capitalismo.

  • Edição N°5
    n. 5 (2006)

    Em seu terceiro ano e quinto número, a Verinotio – Revista on-line de Educação e Ciências Humanas traz a lume textos inéditos que dizem respeito à filosofia, à estética, à ciência política e à educação e primam pelo rigor e pelo convite ao debate – sem cair no “pluralismo” tão em voga, muito menos no jogo das “interpretações” ou “contribuições” descomprometidas. Avança em seu projeto de aumento do número de leitores e de colaboradores, sem perder o nexo que a perpassa: o resgate do humanismo, reiterada afirmação da possibilidade de conhecimento do real, retomada do pensamento de Marx como norteador de reflexões que podem dar conta da complexidade do mundo atual.

  • Edição N°4
    n. 4 (2006)

    O quarto número da Revista On-Line de Educação e Ciências Humanas oferece ao público um número especial, uma série de artigos dedicados a explorar aspectos fundamentais da obra de Karl Marx. Os textos figuraram na revista Ensaios Ad Hominem 1, tomo IV, de 2001. O objetivo desta republicação é o mesmo que orientou os números antecedentes: resgate do humanismo e afirmação contundente da possibilidade de conhecimento da verdade, sem se importar com a enorme dificuldade da tarefa, diante dos relativismos de praxe e da defesa pedestre do pluralismo de práticas e interpretações. Nada mais adequado que trazer a obra de Marx para o centro do debate e demonstrar como a destituição de seu pensamento é sintoma da época corrente, de abandono da perspectiva de esquerda.

  • Edição N°3
    n. 3 (2005)

    Edição N°3

  • Edição N°2
    n. 2 (2005)

    Edição N°2

  • Edição N°1
    n. 1 (2004)

    Edição N°1

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